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Programa de Reforma Agrária inclui 2,4 mil famílias quilombolas no Maranhão

Portaria nº 2.173 reconhece 2.451 famílias de comunidades quilombolas como beneficiárias da Reforma Agrária e autoriza seleção das unidades incluídas no CadÚnico O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu 2.451 famílias de ...
Eliseu Lins, da Agência NE9
8 de setembro de 2026 - às 09:04
Atualizado 8 de setembro de 2026 - às 09:04
2 min de leitura

Portaria nº 2.173 reconhece 2.451 famílias de comunidades quilombolas como beneficiárias da Reforma Agrária e autoriza seleção das unidades incluídas no CadÚnico

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu 2.451 famílias de comunidades quilombolas do Maranhão como beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária.

A princípio, a Portaria nº 2.173 autoriza o início da seleção das unidades familiares incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Antes de mais nada, o processo será feito por meio da Plataforma de Governança Territorial, sistema usado pelo Incra para o gerenciamento e a execução de ações relacionadas à política agrária.

Alinhamento com as diretrizes nacionais

Segundo o Incra, a iniciativa está alinhada às normas que regulamentam a seleção e a permanência de famílias beneficiárias, além das diretrizes do programa Terra da Gente, lançado pelo governo federal para atender ao público da Política Nacional de Reforma Agrária.

O Maranhão tem mais de 700 comunidades quilombolas reconhecidas.

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Confira os principais pontos na tabela abaixo:

A tabela acima resume os principais pontos da medida. Em resumo:

  • O reconhecimento das 2.451 famílias é o primeiro passo para que as comunidades quilombolas maranhenses tenham acesso aos benefícios do programa de reforma agrária
  • A seleção passa pela Plataforma de Governança Territorial do Incra, com base no CadÚnico
  • A medida segue as diretrizes do programa Terra da Gente, que prioriza o atendimento a populações tradicionais

Eliseu Lins

Eliseu Lins é baiano de nascimento e paraibano de coração. Jornalista formado na UFPB, tem mais de 20 anos de atuação na imprensa do Nordeste. É pós-graduado em jornalismo cultural e ocupa o cargo de editor-chefe do NE9 desde 2022.