Iniciativa reúne especialistas, governo e setor produtivo para definir estratégias no estado
A Bahia deu início a um passo importante rumo ao futuro tecnológico. Começou nesta segunda-feira (27) a agenda de construção do Plano Baiano de Inteligência Artificial, iniciativa que busca estruturar o uso da tecnologia de forma estratégica e inclusiva no estado.
O projeto é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (Secti), em parceria com o Comitê Gestor do Governo Digital.

Construção coletiva e participativa
Desde o primeiro encontro, a proposta tem sido baseada na escuta ativa. Ou seja, diferentes setores da sociedade estão sendo convidados a participar da construção do plano.
Entre os envolvidos estão:
- Instituições de ciência e tecnologia
- Gestores públicos
- Representantes do setor produtivo
- Sociedade civil
Além disso, a programação segue até o dia 30 de abril, com encontros temáticos voltados a diferentes áreas.
Temas estratégicos em debate
Ao longo das discussões, diversos temas essenciais estão sendo abordados. Entre eles:
- Educação
- Saúde
- Segurança pública
- Direitos humanos e inclusão
- Emprego e economia
- Pesquisa científica
Ao mesmo tempo, o plano também considera pilares fundamentais como:
- Governança de dados
- Uso ético da inteligência artificial
- Sustentabilidade
- Infraestrutura tecnológica
- Desenvolvimento territorial
Como participar
Os interessados ainda podem se inscrever para os próximos encontros por meio de formulário online.
A proposta é ampliar a participação e garantir que o plano reflita as diferentes realidades da Bahia.
Governo destaca importância do projeto
Segundo o secretário Marcius Gomes, a iniciativa busca alinhar o estado às diretrizes nacionais, sem perder suas particularidades.
Além disso, o plano dialoga com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, reforçando a integração entre políticas estaduais e federais.
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Nordeste avança na área tecnológica
A iniciativa coloca a Bahia em posição de destaque no Nordeste quando o assunto é inovação e tecnologia.
Dessa forma, o plano pode:
- Gerar novas oportunidades econômicas
- Reduzir desigualdades
- Fortalecer a pesquisa científica
- Impulsionar o desenvolvimento regional
Olhar para o futuro com responsabilidade
Especialistas destacam que o momento é estratégico. Isso porque o avanço da inteligência artificial exige atenção a temas como ética, regulação e soberania tecnológica.
Assim, a construção do plano representa não apenas um avanço tecnológico, mas também um compromisso com o uso responsável da inovação.


