Sétima edição do evento acontece de 18 a 22 de setembro, na Praia do Madeiro, e reúne competidores de diferentes regiões do país em etapa da Liga Em Alta
A Praia da Pipa volta a receber um dos principais encontros de altinha do Brasil. O PipAlta VII reúne 176 atletas de diferentes regiões do país entre os dias 18 e 22 de setembro, em uma edição que amplia a presença do destino potiguar no calendário esportivo nacional.
A competição acontece na Praia do Madeiro, em Tibau do Sul, e integra a Liga Em Alta, circuito ligado aos campeonatos brasileiros da modalidade. Ao todo, os atletas disputam três categorias, em uma programação que combina competição, praia, música, experiências e convivência.
Mais do que uma disputa esportiva, o PipAlta se transformou em um encontro que ajuda a aproximar a altinha do turismo e da cultura de praia. A sétima edição também chega com a maior premiação da história da modalidade, segundo a organização, embora o valor total ainda não tenha sido divulgado.
176 atletas chegam a Pipa para a competição
O número de participantes mostra o crescimento do evento. Desde as primeiras edições, o PipAlta passou de encontros de praticantes na Praia da Pipa para uma competição capaz de atrair atletas de diferentes estados brasileiros.
Agora, a expectativa é reunir 176 competidores durante cinco dias no litoral potiguar.
A escolha da Praia do Madeiro também reforça uma característica que acompanha o evento desde sua criação: colocar a altinha em contato direto com o cenário natural que ajudou a popularizar a modalidade nas praias brasileiras.
Além disso, a etapa da Liga Em Alta aumenta o peso esportivo da competição. O PipAlta deixa de funcionar apenas como um evento local e passa a integrar um circuito nacional da modalidade.



Como funciona a competição de altinha
Para quem ainda não acompanha a modalidade, o PipAlta apresenta uma disputa baseada não apenas na capacidade dos atletas de manter a bola no ar.
O regulamento da Liga Em Alta considera critérios como queda de bola e corte.
Na avaliação da queda de bola, cada equipe começa com 10 pontos e perde um ponto sempre que a bola toca o chão. Já no corte, a pontuação parte de zero e aumenta de acordo com as manobras e ataques realizados pelos atletas.
A competição também utiliza o sistema de dupla eliminação, permitindo uma repescagem antes das fases decisivas. A disputa avança para oitavas de final, quartas, semifinal e final. Na decisão, normalmente três quartetos, chamados de squads, entram na disputa, embora algumas edições possam contar com quatro.
Dessa maneira, técnica, criatividade, controle da bola e capacidade de executar ataques passam a ser tão importantes quanto simplesmente evitar a queda.






Pipa amplia espaço como destino esportivo
O crescimento do PipAlta acompanha uma transformação maior da própria Praia da Pipa.
O destino já possui forte relação com esportes ligados ao mar e à natureza, especialmente o surf. Agora, eventos como o PipAlta ampliam esse calendário para outras modalidades e ajudam a apresentar Pipa como um destino capaz de receber turismo esportivo durante diferentes períodos do ano.
A presença de atletas de várias regiões também movimenta a cadeia turística local. Hospedagens, restaurantes, comércio, transporte e serviços especializados passam a receber um público que chega ao destino não apenas para conhecer as praias, mas também para participar de uma experiência esportiva.
Por isso, o evento combina duas forças importantes para Tibau do Sul: a vocação turística de Pipa e o crescimento da altinha como modalidade organizada no Brasil.

Competição também aposta na experiência fora da arena
A proposta do PipAlta VII não termina quando a bola deixa de ser disputada.
A organização preparou uma experiência que envolve música, convivência e parceiros locais. Os atletas terão acesso a ações envolvendo gastronomia, hospedagem, atividades, recuperação física e outros benefícios durante o período do evento.
Assim, quem chega para competir também recebe estímulos para conhecer a Praia da Pipa e permanecer mais tempo no destino.
Essa estratégia aproxima o evento do conceito de turismo esportivo, no qual a competição funciona como motivo para a viagem, enquanto o destino oferece experiências complementares aos participantes.
PipAlta adota ações de sustentabilidade
Realizar um grande evento esportivo em uma praia também traz responsabilidade ambiental.
Por isso, o PipAlta VII será realizado, segundo a organização, como Evento Carbono Neutro. A iniciativa conta com a Maré Sustentabilidade para Eventos, da Pipa Ambiental, com ações destinadas a medir, reduzir e compensar as emissões relacionadas ao campeonato.
A organização também prevê medidas para diminuir o uso de descartáveis, incluindo copos reutilizáveis e pontos de hidratação para os atletas.
Além disso, participantes e público são incentivados a descartar corretamente os resíduos e colaborar com a conservação da praia.
A preocupação ganha importância justamente porque o PipAlta acontece em uma área de grande relevância ambiental e turística do litoral potiguar.
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Pipa recebe cinco dias de altinha
Com 176 atletas confirmados, três categorias e participação na Liga Em Alta, o PipAlta VII coloca novamente a Praia da Pipa no calendário nacional da altinha.
O evento acontece de 18 a 22 de setembro, na Praia do Madeiro, e chega à sétima edição em um momento de expansão da modalidade no país.
Ao mesmo tempo, a competição reforça a estratégia de Tibau do Sul de ampliar a utilização do destino para além do turismo tradicional de praia e sol.
No fim, a proposta do PipAlta é justamente essa: levar atletas para Pipa, transformar a competição em experiência e fazer da praia um ponto de encontro para quem vive a altinha no Brasil.


