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Surfe WSL volta hoje e brasileiros dominam top 10 antes da 3ª etapa

Gold Coast recebe terceira etapa da temporada com forte presença do Brasil entre os favoritos ao título.
Redação NE9 Nordeste, da Agência NE9
30 de abril de 2026 - às 07:49
Atualizado 30 de abril de 2026 - às 07:49
4 min de leitura

O Circuito Mundial de Surfe da World Surf League retorna nesta sexta-feira (1º) com a terceira etapa da temporada 2026, disputada em Snapper Rocks, na Gold Coast, Austrália.

Além disso, o início da etapa acontece após duas fases já realizadas, com um cenário que chama atenção: o domínio brasileiro entre os melhores do mundo.

Brasil domina ranking mundial WSL

Após as duas primeiras etapas, o Brasil aparece com grande força no ranking.

Dos 10 melhores surfistas do mundo, 5 são brasileiros.

Situação dos melhores brasileiros no ranking WSL

PosiçãoAtletaPontos
Gabriel Medina13.885
Miguel Pupo13.320
Yago Dora12.545
Samuel Pupo10.830
Ítalo Ferreira9.405

Ou seja, o país chega como protagonista absoluto neste início de temporada.

Snapper Rocks: uma das ondas mais perfeitas do mundo

A etapa será realizada em Snapper Rocks, localizada em Gold Coast.

Esse local é considerado um dos melhores picos de surfe do planeta.

Características da onda:

  • Longas paredes
  • Tubos profundos
  • Seções ideais para manobras aéreas
  • Alto nível técnico

Além disso, a formação da onda é influenciada por areia trazida do rio Tweed, o que contribui para sua perfeição.

Quando começam as baterias

A primeira chamada está marcada para:

🕒 7h30 (horário local da Austrália)
👉 Possível início: 8h

A janela do evento segue até o dia 11 de maio, com expectativa de boas condições de ondas nos primeiros dias.

Assista ao vivo aqui

Situação dos brasileiros para a etapa

O Brasil chega com diferentes perfis de atletas e situação após 2 etapas iniciais do circuito WSL de Surf.:

  • Gabriel Medina → O paulista tri campeão do mundo voltou em 2026 depois de contusão no ombro, já é líder e forte candidato ao título.
  • Miguel Pupo → grande surpresa do início do ano, sempre mostra regularidade e consistência.
  • Yago Dora → Catarinense campeão de 2025, sentiu que não vai ter vida facil em 2026, precisa muito de sua criatividade e manobras progressivas para subir no ranking.
  • Samuel Pupo →Está mostranto que não vai cometer os mesmos erros do passado, está em ascensão.
  • Ítalo Ferreira → Único nordestino na CT WSL, perdeu nas duas primeiras etapas na reta final para os finalistas das etapas, precisa focar na sua explosão e experiência e não se aguniar na bateria.
  • Felipe Toledo → Voltou a morar no Brasil esse ano, e tem em Snappes Rocks uma das melhores ondas para seu surf e tem tudo para uma recuperação no ranking nesta etapa.
  • João Chianca → Jovem de meca do surf brasileiro, Saquarema, tem que ter mais calma, escolher melhor as ondas e se achar durante a prova, busca recuperação
  • Alejo Muniz → Já anunciou a aposentadoria para a etapa brasileira e está surfando sem pressão.
  • Mateus Herdy → Estreante com muito potencial, passou algumas baterias na etapa inicial do ano, mas ainda está se climatizando com o circuito.

Essa combinação aumenta ainda mais o favoritismo brasileiro.

Nos últimos anos, o Brasil consolidou sua posição como uma das maiores potências do surfe.

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Além disso:

  • Títulos mundiais recentes
  • Forte presença no ranking
  • Nova geração muito competitiva

O país chega à etapa australiana com chances reais de vitória.

Afinal, com boas condições de ondas e alto nível técnico, a etapa promete disputas intensas e gera grande expectativa para a prova junto aos amantes do surf. Portanto, o final da perna australina com suas 3 etapas, já dá um rumo para as disputas do ano e pode revelar mais um capítulo do domínio brasileiro no circuito mundial.