O Circuito Mundial de Surfe da World Surf League retorna nesta sexta-feira (1º) com a terceira etapa da temporada 2026, disputada em Snapper Rocks, na Gold Coast, Austrália.
Além disso, o início da etapa acontece após duas fases já realizadas, com um cenário que chama atenção: o domínio brasileiro entre os melhores do mundo.
Brasil domina ranking mundial WSL
Após as duas primeiras etapas, o Brasil aparece com grande força no ranking.
Dos 10 melhores surfistas do mundo, 5 são brasileiros.
Situação dos melhores brasileiros no ranking WSL
| Posição | Atleta | Pontos |
|---|---|---|
| 1º | Gabriel Medina | 13.885 |
| 3º | Miguel Pupo | 13.320 |
| 4º | Yago Dora | 12.545 |
| 5º | Samuel Pupo | 10.830 |
| 7º | Ítalo Ferreira | 9.405 |
Ou seja, o país chega como protagonista absoluto neste início de temporada.



Snapper Rocks: uma das ondas mais perfeitas do mundo
A etapa será realizada em Snapper Rocks, localizada em Gold Coast.
Esse local é considerado um dos melhores picos de surfe do planeta.
Características da onda:
- Longas paredes
- Tubos profundos
- Seções ideais para manobras aéreas
- Alto nível técnico
Além disso, a formação da onda é influenciada por areia trazida do rio Tweed, o que contribui para sua perfeição.
Quando começam as baterias
A primeira chamada está marcada para:
🕒 7h30 (horário local da Austrália)
👉 Possível início: 8h
A janela do evento segue até o dia 11 de maio, com expectativa de boas condições de ondas nos primeiros dias.
Assista ao vivo aqui
Situação dos brasileiros para a etapa
O Brasil chega com diferentes perfis de atletas e situação após 2 etapas iniciais do circuito WSL de Surf.:
- Gabriel Medina → O paulista tri campeão do mundo voltou em 2026 depois de contusão no ombro, já é líder e forte candidato ao título.
- Miguel Pupo → grande surpresa do início do ano, sempre mostra regularidade e consistência.
- Yago Dora → Catarinense campeão de 2025, sentiu que não vai ter vida facil em 2026, precisa muito de sua criatividade e manobras progressivas para subir no ranking.
- Samuel Pupo →Está mostranto que não vai cometer os mesmos erros do passado, está em ascensão.
- Ítalo Ferreira → Único nordestino na CT WSL, perdeu nas duas primeiras etapas na reta final para os finalistas das etapas, precisa focar na sua explosão e experiência e não se aguniar na bateria.
- Felipe Toledo → Voltou a morar no Brasil esse ano, e tem em Snappes Rocks uma das melhores ondas para seu surf e tem tudo para uma recuperação no ranking nesta etapa.
- João Chianca → Jovem de meca do surf brasileiro, Saquarema, tem que ter mais calma, escolher melhor as ondas e se achar durante a prova, busca recuperação
- Alejo Muniz → Já anunciou a aposentadoria para a etapa brasileira e está surfando sem pressão.
- Mateus Herdy → Estreante com muito potencial, passou algumas baterias na etapa inicial do ano, mas ainda está se climatizando com o circuito.
Essa combinação aumenta ainda mais o favoritismo brasileiro.
Nos últimos anos, o Brasil consolidou sua posição como uma das maiores potências do surfe.
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Brasil como potência do surfe mundial
Além disso:
- Títulos mundiais recentes
- Forte presença no ranking
- Nova geração muito competitiva
O país chega à etapa australiana com chances reais de vitória.
Afinal, com boas condições de ondas e alto nível técnico, a etapa promete disputas intensas e gera grande expectativa para a prova junto aos amantes do surf. Portanto, o final da perna australina com suas 3 etapas, já dá um rumo para as disputas do ano e pode revelar mais um capítulo do domínio brasileiro no circuito mundial.


