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Cinco artistas do Nordeste que já fizeram história no Rock in Rio

O Rock in Rio é um dos maiores festivais de música do mundo, e ao longo de suas edições, artistas de todos os cantos do Brasil deixaram suas marcas no evento. O Nordeste, celeiro de ...
Eliseu Lins, da Agência NE9
13 de julho de 2026 - às 09:44
Atualizado 13 de julho de 2026 - às 09:44
4 min de leitura

O Rock in Rio é um dos maiores festivais de música do mundo, e ao longo de suas edições, artistas de todos os cantos do Brasil deixaram suas marcas no evento. O Nordeste, celeiro de grandes talentos musicais, não ficou de fora. E neste dia do Rock, nada melhor que celebrar esses momentos únicos

Diferentes estilos com a cultura Nordeste no Rock in Rio

Diversos músicos nordestinos subiram ao palco do Rock in Rio. Dessa forma, conquistou o público com seu estilo único, misturando regionalismo com sonoridades contemporâneas. Neste post, destacamos cinco artistas do Nordeste que fizeram história no festival.

Rock in Rio
Rock in Rio. foto: Divulgação Rock in Rio

1. Alceu Valença

A princípio, um dos primeiros nordestinos a se apresentar no festival foi o pernambucano Alceu Valença. Ele foi uma das grandes estrelas da edição de 1985, na primeira edição do Rock in Rio. Com sua mistura de frevo, baião, maracatu e rock, ele encantou a plateia com sua performance vibrante.

Dessa forma, seu show foi uma verdadeira celebração da cultura nordestina, levando ritmos regionais ao público internacional presente no festival.

Alceu Valença
foto divulgação

2. Pitty

Antes de mais nada, a baiana Pitty é uma das maiores referências do rock nacional moderno e brilhou no Rock in Rio em diversas edições. Em suma, com uma carreira sólida e hits que marcaram gerações, como “Me Adora” e “Máscara”. Desse modo, a cantora sempre trouxe uma performance carregada de energia. Desse modo, representando o rock feminino brasileiro com força e autenticidade.

pitty-show
Pitty foto fdivulgação

3. Lenine

O cantor e compositor Lenine, de Pernambuco, apresentou seu som que mistura rock, MPB e elementos da cultura nordestina no Rock in Rio em 2011. Com letras poéticas e uma musicalidade única, Lenine cativou a multidão com músicas como “Hoje Eu Quero Sair Só” e “Paciência”.

Sua apresentação foi um dos destaques daquele ano, mostrando a riqueza da música pernambucana.

Lenine
Foto: Divulgação Rock in Rio

4. BaianaSystem 

Representando a nova geração da música baiana, o BaianaSystem subiu ao palco do Rock in Rio em 2017, levando sua fusão de soundsystem com axé e outros ritmos regionais.

Contudo, em 2024 o grupo dividiu o palco com Olodum, grupo percussivo conhecido mundialmente; O show foi eletrizante, com músicas das duas bandas. Dessa forma, fazendo uma sonoridade única do início ao fim.

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5. Nação Zumbi

Oriundos de Pernambuco, a Nação Zumbi, que surgiu ao lado de Chico Science, foi pioneira do movimento manguebeat. Assim, o grupo levou sua mistura de maracatu, rock e música eletrônica ao Rock in Rio em 2017, em uma apresentação conjunta com ninguém menos que Ney Matogrosso.

Canções como “A Praieira” e “Quando a Maré Encher” fizeram parte de um show inesquecível, reforçando a influência do Nordeste no cenário musical brasileiro.

Nação Zumbi e Ney Matogrosso no Rock in Rio 2017
Nação Zumbi e Ney Matogrosso no Rock in Rio 2017. foto: Reprodução.

Participações de Artistas Nordestinos no Rock in Rio

ArtistaAno de ParticipaçãoCidade de OrigemDestaques do Show
Alceu Valença1985PernambucoFrevo, baião e maracatu misturados ao rock
Pitty2011, 2013, 2015, 2019 e 2024BahiaRock feminino com hits como “Máscara”
Lenine2013PernambucoMPB, rock e poesia.
Baiana System2017 e 2024BahiaFusão de axé, reggae e soundsystem
Nação Zumbi2017PernambucoMaracatu, rock e o legado do manguebeat

 

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Em suma, esses cinco artistas são apenas uma amostra da riqueza musical que o Nordeste oferece ao Brasil e ao mundo. Ao mesmo tempo, ao misturar ritmos regionais com influências internacionais, eles mostram como a cultura nordestina é versátil e inovadora. Desse modo, também mostra como o rock se mistura com ritmos nordestinos.

Em suma, cada performance no Rock in Rio reafirmou o poder da música nordestina em transcender fronteiras e conquistar novos públicos. Além disso, marca a história do festival de maneira única e inesquecível.

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Eliseu Lins

Eliseu Lins é baiano de nascimento e paraibano de coração. Jornalista formado na UFPB, tem mais de 20 anos de atuação na imprensa do Nordeste. É pós-graduado em jornalismo cultural e ocupa o cargo de editor-chefe do NE9 desde 2022.