A Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace Esperança), com sede na Paraíba, consolidou-se como referência nacional no cultivo e na produção de cannabis para fins medicinais. Reconhecida como a maior associação do Brasil no segmento, a entidade voltou ao centro do debate público ao ser destaque no programa Globo Rural.
A princípio, o reconhecimento nacional reforça uma trajetória marcada por batalhas judiciais, avanços regulatórios e investimentos em estrutura técnica e científica.
Assista matéria reprisada no último domingo:
O que a Abrace oferece aos associados?

A associação atua no modelo sem fins lucrativos e atende pacientes mediante prescrição médica. Dessa maneira, entre os principais serviços oferecidos estão:
- Produção e fornecimento de óleo de cannabis medicinal, com diferentes concentrações;
- Acompanhamento técnico e orientação aos associados sobre uso e dosagem (sempre com respaldo médico);
- Suporte jurídico e informativo sobre acesso à terapia canabinoide;
- Controle laboratorial rigoroso, com testes de qualidade e pureza;
- Atendimento humanizado, voltado especialmente para famílias de pacientes com doenças crônicas.
Indicações terapêuticas
O uso medicinal da cannabis tem sido indicado por profissionais de saúde para auxiliar no tratamento de condições como:
- Epilepsia refratária
- Transtornos do espectro autista (TEA)
- Doença de Parkinson
- Esclerose múltipla
- Dores crônicas
- Ansiedade e distúrbios do sono
A prescrição é individualizada e depende de avaliação médica especializada.
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Impacto social e científico
A Abrace Esperança se destaca não apenas pela produção, mas também pelo papel social. Sendo assim, ao facilitar o acesso ao tratamento, a entidade reduz custos para famílias que antes dependiam de produtos importados de alto valor.
Portanto, o modelo associativo permite que pacientes tenham acesso regular e supervisionado ao medicamento, dentro dos parâmetros legais estabelecidos pela Justiça e pelos órgãos reguladores.
Afinal, a reportagem exibida no Globo Rural evidenciou justamente essa combinação entre ciência, regulamentação e impacto social, mostrando como o cultivo terapêutico estruturado pode transformar a qualidade de vida de milhares de brasileiros.


