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Nordeste cria quase 60 mil empregos em 30 dias

O Nordeste segue dando sinais de força no mercado de trabalho formal. Em agosto de 2026, a região gerou 59.356 empregos com carteira assinada, o maior saldo mensal do ano, de acordo com dados do ...
REDAÇÃO ELISEU, da Agência NE9
7 de outubro de 2026 - às 07:45
Atualizado 7 de outubro de 2026 - às 07:45
2 min de leitura

O Nordeste segue dando sinais de força no mercado de trabalho formal. Em agosto de 2026, a região gerou 59.356 empregos com carteira assinada, o maior saldo mensal do ano, de acordo com dados do Novo Caged reunidos pelo Data Nordeste, plataforma da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

A princípio, o número representa 35,8% de todos os postos de trabalho criados no Brasil no mês, que totalizaram 165.827 vagas líquidas.

No período, os nove estados nordestinos registraram 352.116 admissões e 292.760 desligamentos.

Acumulado do Ano: Mais de 211 Mil Empregos

Entre janeiro e agosto de 2026, o Nordeste alcançou um saldo positivo de 211.915 empregos formais, o que equivale a 18,7% da geração líquida nacional no mesmo período.

O Cenário Nacional

Assim, para efeito de comparação, o Brasil registrou em agosto:

IndicadorValor
Admissões2.294.563
Desligamentos2.128.736
Saldo mensal (agosto)165.827
Estoque de vínculos formais48.244.696
Saldo acumulado (jan–ago)1.134.033

Ranking Nordestino: Pernambuco na Liderança

Ao mesmo tempo, todos os nove estados do Nordeste encerraram agosto com saldo positivo. Dessa forma, confira os números dos três primeiros:

EstadoSaldo de Empregos (Agosto/2026)
Pernambuco13.428
Bahia11.647
Ceará9.295
Demais estados—

Antes de mais nada, Pernambuco apresentou o melhor resultado da região, com 13.428 novas vagas, seguido pela Bahia (11.647) e pelo Ceará (9.295).

O Que Explicam os Números

Em suma, o desempenho do Nordeste em agosto reforça uma tendência observada ao longo de 2026: a região tem se consolidado como um dos principais motores da geração de empregos formais no país.

Afinal, com mais de 59 mil vagas em um único mês e um acumulado que ultrapassa 211 mil postos no ano, o Nordeste mostra que o crescimento do emprego com carteira assinada não é fenômeno isolado, mas resultado de um movimento consistente que atravessa diferentes setores da economia regional.