O Nordeste segue dando sinais de força no mercado de trabalho formal. Em agosto de 2026, a região gerou 59.356 empregos com carteira assinada, o maior saldo mensal do ano, de acordo com dados do Novo Caged reunidos pelo Data Nordeste, plataforma da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
A princípio, o número representa 35,8% de todos os postos de trabalho criados no Brasil no mês, que totalizaram 165.827 vagas líquidas.
No período, os nove estados nordestinos registraram 352.116 admissões e 292.760 desligamentos.
Acumulado do Ano: Mais de 211 Mil Empregos
Entre janeiro e agosto de 2026, o Nordeste alcançou um saldo positivo de 211.915 empregos formais, o que equivale a 18,7% da geração líquida nacional no mesmo período.
O Cenário Nacional
Assim, para efeito de comparação, o Brasil registrou em agosto:
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Admissões | 2.294.563 |
| Desligamentos | 2.128.736 |
| Saldo mensal (agosto) | 165.827 |
| Estoque de vínculos formais | 48.244.696 |
| Saldo acumulado (jan–ago) | 1.134.033 |
Ranking Nordestino: Pernambuco na Liderança
Ao mesmo tempo, todos os nove estados do Nordeste encerraram agosto com saldo positivo. Dessa forma, confira os números dos três primeiros:
| Estado | Saldo de Empregos (Agosto/2026) |
|---|---|
| Pernambuco | 13.428 |
| Bahia | 11.647 |
| Ceará | 9.295 |
| Demais estados | — |
Antes de mais nada, Pernambuco apresentou o melhor resultado da região, com 13.428 novas vagas, seguido pela Bahia (11.647) e pelo Ceará (9.295).

O Que Explicam os Números
Em suma, o desempenho do Nordeste em agosto reforça uma tendência observada ao longo de 2026: a região tem se consolidado como um dos principais motores da geração de empregos formais no país.
Afinal, com mais de 59 mil vagas em um único mês e um acumulado que ultrapassa 211 mil postos no ano, o Nordeste mostra que o crescimento do emprego com carteira assinada não é fenômeno isolado, mas resultado de um movimento consistente que atravessa diferentes setores da economia regional.

