O ano de 2025 foi de muitas conquistas para o Nordeste, e os números do setor automotivo não ficaram de fora! De acordo com o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a região deu uma arrancada impressionante e foi uma das grandes responsáveis por levar o Brasil a bater um recorde no setor de financiamento de veículos.
Assim, o ano de 2025 fechou com 7,3 milhões de carros, motos, caminhões e outros veículos financiados em todo o país. Esse foi o melhor resultado dos últimos 14 anos (desde 2011!) e marca a terceira alta seguida, mostrando uma tendência positiva e consolidada no mercado.
Ao mesmo tempo, os aumentos expressivos do Nordeste (+12,3%) e do Norte (+9,8%) foram determinantes para puxar a média nacional para cima e alcançar o recorde. É um sinal claro de que a economia e o poder de consumo nessas regiões estão aquecidos!
Retrato do Brasil Financiador: Quem Comprou e Onde?
O levantamento também nos dá um panorama interessante de como os financiamentos se distribuíram pelo país em 2025:
| Região Brasileira | Participação no Total de Financiamentos (Novos + Usados) |
|---|---|
| Sudeste | 41,9% |
| Sul | 20,2% |
| Nordeste | 19,5% |
| Centro-Oeste | 10,6% |
| Norte | 7,9% |
Embora o Sudeste ainda lidere em volume total (quase 42% do mercado), o Nordeste se consolida em um forte terceiro lugar, com 19,5% de todos os financiamentos do Brasil — uma fatia significativa e crescente.

Carro Novo ou Usado? O Perfil da Compra
Contudo, outro dado importante mostra o otimismo do consumidor:
- Veículos Novos: Foram 2,6 milhões de unidades financiadas. Isso representa mais da metade de todas as vendas de carros zero quilômetro no ano!
- Veículos Usados: Foram 4,6 milhões de financiamentos, mostrando que o mercado de seminovos também segue muito aquecido e é uma opção crucial para muitas famílias.
O Que Esses Números Significam?
Em suma, esse recorde histórico é puxado pelo forte desempenho do Nordeste, é mais do que um número. Ele reflete:
- Maior acesso ao crédito: Condições de financiamento mais acessíveis.
- Confiança na economia: As pessoas estão se sentindo mais seguras para fazer um investimento de médio/longo prazo.
- Aquecimento do mercado interno: Geração de empregos e movimentação em toda a cadeia (concessionárias, fábricas, seguradoras).


