O Ceará e o jornalismo brasileiro se despedem de uma lenda. O jornalista Lúcio Brasileiro, do jornal O POVO, morreu na noite de quinta-feira (23), aos 87 anos. Ele estava hospitalizado em Lisboa, Portugal, desde o dia 11, após complicações de uma queda.
A princípio, Lúcio não era um jornalista comum. Em 2025, ele completou 70 anos de carreira ininterrupta e foi reconhecido como o jornalista diário mais antigo do mundo.
Uma trajetória que começou no Cariri
Assim, vamos entender a história desse cearense que conquistou o mundo:
| Ano | Marco na carreira de Lúcio Brasileiro |
|---|---|
| 1939 | Nasce em Aurora, no Cariri cearense |
| 1955 | Começa no jornalismo, aos 16 anos, no jornal Gazeta de Notícias |
| 1968 | Passa a publicar coluna diária no jornal O POVO |
| 2005 | Comemora 50 anos de carreira (Jubileu de Ouro) |
| 2025 | Atinge 70 anos de produção e vira o jornalista diário mais antigo do mundo |
| 2026 | Falece aos 87 anos, deixando um legado imenso |
O que o jornalista fazia?
Lúcio Brasileiro era colunista social. Mas não era uma coluna qualquer: ele escrevia todos os dias, sem parar, por sete décadas. Além disso, também tinha um programa na Rádio O POVO CBN.
Fã de viagens, ele estava em um roteiro que passaria por Portugal, França, Espanha e Ibiza quando sofreu a queda que o levou ao hospital.
Quem foi Lúcio Brasileiro?
| Característica | Detalhe |
|---|---|
| Nascimento | 6 de abril de 1939, em Aurora (CE) |
| Idade ao falecer | 87 anos |
| Profissão | Colunista social |
| Onde trabalhava | Jornal O POVO e Rádio O POVO CBN |
| Recorde mundial | Jornalista diário mais antigo do mundo (70 anos de carreira) |
| Causa da morte | Complicações de uma queda |
| Local da morte | Lisboa, Portugal |
Em suma, Lúcio Brasileiro não foi apenas um jornalista. Ele foi um testemunha vivo da história do Ceará e do Brasil. Durante 70 anos, ele entrou na casa dos leitores todos os dias, com suas histórias, seus amigos famosos e seu jeito leve de contar a vida.
Dessa forma, o jornalismo perdeu um gigante. O Ceará perdeu um filho ilustre. E nós perdemos alguém que nos ensinou que profissão também pode ser sinônimo de alegria e esperança.


